Eu e a música, um caso de amor. Confesso que tenho apresso especial pelas diferentes, antigas, clássicas, alternativas... No fim, sou bem eclética. Mas gosto das normais também, não vou negar.
Hoje resolvi dividir com quem quer que seja que eu curto NeverShoutNever. Não é pra rir! Mas é a realidade. Como eu fui conhecer essa criatura, você deve estar se perguntando. Posso adiantar que de maneira bem estranha, assim como a endumentária do rapaz. Estava eu voltando do almoço, quando no Citibank Hall meninas com no máximo 15 anos estavam elouquecidades na fila fazendo uma longa fileira de teens. Eu e meus amigos do trabalho, nada curiosos, resolvemos perguntar porque cargas d'água elas estavam por lá. Pois bem, pegamos uma cobaia desprevinida que passava por perto e questionamos: "é show de quem?". A resposta foi "NAVARSHOUNAVAR". Você entendeu? Nem nós. Coloquei na minha cabeça e na dos meus amigos que se tratava de Justin Bieber e que ela estava falando da turnê do pimpolho chamada Never say Never. Até que eu resolvi fazer o mais inteligente, logo depois de alguns dias, e ver no site da própria casa de shows a programação mais recente. Não é que encontrei um tal de NeverShoutNever?
Foi assim que resolvi acreditar no talento do bizarrinho e ouvir algumas músicas. E sim, eu curti (algumas). A minha preferida está aqui e consigo imaginar vários videozinhos fofos com a musiquinha leve. Alías, adoro a fotografia dos vídeos do menino. São legais, gente! Sério! Dá um play e me diz: é muito ruim e eu tenho problemas ou vale o crédito?
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
sábado, 27 de agosto de 2011
Não posso falar do meu amor
Houve um tempo em que eu era inspirada e inspiradora. Enquanto eu sofria de amor palavras nunca me faltaram. Era simples descrever minha dor, mesmo que doesse ainda mais quando ela se tornava texto. Eu enxergava as minhas lágrimas, eu entendia o meu pranto.
Mas o amor enfim se tornou verdade e ser correspondida é minha maior lacuna para a poesia. Agora não sei traduzir meu sentimento. Não encontro uma palavra suficientemente completa para definir essa realidade. Poderia até ser uma frase, um parágrafo, mas nada é digno de rima para falar desse amor.
Então fico com meu sorriso, com minha cara de boba quando seus dedos passam pelo meu cabelo, com as vozes de criança para falar do seu carinho, com a imaginação de um futuro perfeito ao seu lado quando ouço as músicas que falam desse amor. Esse que ainda não sei repassar pra ninguém. Que meus olhos falem sobre o que está cheio meu coração, porque com as palavras já desisti. Meu poema não poderia falar sobre nós.
Se um dia eu me tornar Fernando Pessoa para falar da beleza do novo ou Clarisse Linspector para transbordar busca, aí sim farei questão de deixá-lo como tema principal do meu primeiro poema de amor real.
domingo, 7 de agosto de 2011
A música que fala
Música é uma ótima maneira de expressar nossos sentimentos. E essa, é uma das mais lindas que eu já ouvi e que repito mil vezes sem enjoar. Compartilhando:
sábado, 23 de julho de 2011
Amy Winehouse morreu

Inspirada por Rosana, resolvi escrever sobre a morte de Amy Winehouse, hoje, dia 23 de julho de 2011.
Eu, que tenho Valerie como toque musical do meu celular, lamento sim a morte prematura da Amy. Assim como tantos outros, famosos ou não, o vício por drogas calou mais esse talento. O triste é ver que nada foi de repente. Quantas notícias foram dadas, quantas vezes o assunto foi abordado, quantos shows cancelados. Uma vida que beirava à loucura e que ninguém, muito mesnos ela mesma, conseguiu forças para mudar. Como pode alguém que preenche os dias de tanta gente ser tão vazia?
Quem estava ao seu redor pra aconselhá-la? E sua família, pra onde foi? E a sociedade, que continuava a aplaudir seus goles e incentivar seu vício? E Amy, em que ponto chegou sua carência para só enxergar a droga como fulga?
Estou triste sim por ela não ter se curado. Triste por ver um talento desperdiçado. Triste porque a reabilitação não foi capaz de tratá-la. E como cristã, triste por ela não ter encontrado em Deus seu refúgio.
"I don't ever wanna drink again
I just, ooh, I just need a friend
sábado, 25 de junho de 2011
Muito mais do que a DJ do ônibus
Hoje viví mais um dia de proletariado, mas com um toque de humor que deixou minha viagem no coletivo mais alegre. Uma senhora, não tão senhora assim, resolveu inovar no buzão e compartilhar conosco sua playlist super variada. Porém, não era com o seu MP3 do celular que ela dividia suas alegrias e sim com o gogó! Claro, porque música ao vivo voltando de casa pode!
Como não me aguentei, e sim, eu sei que rir dos outros é feio, resolvi registrar aqui esse momento que eu nunca mais vou esquecer. A seleção de hits é bem diversificada, vale muito prestar atenção na criatividade da cantora do 854. Como foi uma viagem inteira de cantoria não lembro de todas, mas as que mais me marcaram foram:
Trem das Onze
Pelados em Santos
Rebolation
Abençoa Senhor as famílias amém
Gabriela Cravo e Canela
Segura na mão de Deus
E o grande momento da noite: Vou deitar e rolar - quas quas quas quas quas quas
A máxima que diz "A gente ganha pouco, mas se diverte" hoje se fez real em minha vida.
Quem se importa?
Será que alguém se importa? Já pensou em se importar praticamente com tudo o que você se importa? Dizer só joga palavras ao vento,o que importa mesmo é se importar.
Não importa se você se preocupa com as enchentes de meia estação se você não se importa em ajudar. Pouco importa se você anda se importando com a fome no mundo se você não se importa em contribuir com o que te sobra. Quem liga se você se importa em estudar se você não se importa em compartilhar? Nada importa amar sem demonstrar.
Enquanto a sua importância for apenas baseada em proferir suas importâncias para ninguém fará importância!
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Voltei - Será que para ficar?
Depois de longos meses, podemos falar de anos, voltei pra cá. Passei por muito tempo sem criatividade filosófica, crítica ou qualquer outra injeção de ânimo que seja para nutrir esse meu cantinho.
Mas o tempo vai passando, as coisas vão se ajeitando e eu fui me sentindo cada dia um pouco mais obrigada a voltar a colocar minhas ideias no ar. Espero que a criatividade resolva voltar junto comigo.
Esse é o primeiro dos outros vários posts que pretendo compartilhar. Se é que tem alguém lendo isso aqui! Se não tiver, não tem problema. Um dia, transformo tudo em contos e publico para orgulho dos meus filhos!
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