sábado, 23 de maio de 2015

FIM (Fernanda Torres) - livro de janeiro



Esse ano, além da minha meta de varrer o Netflix, também quero varrer minha biblioteca e as livrarias mais próximas, porque ler pra mim é como beber pra quem gosta de cerveja. Pretendo ler 1 livro por mês, ou pelo menos, 12 no ano. Então, comecei pelo FIM.

FIM é o primeiro livro da Fernanda Torres. Sobre a escritora, acho que dispensa comentários. Para mim, uma das melhores comediantes que me faz rir só de estar parada. Com tanto burburinho, não pude deixar de conferir a obra. Mas, não foi muito bem como eu esperava.

O livro conta várias histórias de homens no final de suas vidas. Todas as histórias de cruzam. Grandes amigos de juventude que possuem amores cruzados, esbórnia a vontade e fins não muito glamurosos. As histórias se passam na Zona Sul do Rio, com as praias e bordeis como principais cenários. Sendo bem sincera, achei as histórias chatas, só isso. E serei julgada por 99% da população depois dessa afirmação? Serei. Mas é a minha percepção. Desculpem-me. Achei a narrativa enrolada, e no fim do primeiro capítulo eu já não sabia quem eram os personagens de tantos nomes misturados. Pensei em desistir de ler, mas se desistisse não teria moral alguma para criticar. Então, fui até o fim do FIM, e chateada demais, continuei achando ruim. Eu estava numa expectativa tão grande por essa leitura, e o escolhi para ser o primeiro livro da minha saga leitora do ano, que quando me deparei com a história fiquei muito decepcionada.


Mas, essa foi uma percepção minha e como já disse, o burburinho em cima dele é tão grande que talvez eu seja o E.T.. Por isso, leiam e tirem suas próprias conclusões.

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domingo, 26 de abril de 2015

Aquele do amor




Qual a graça?
Pode ser diferente, quem sabe? Torto ou louco
Não tem regra, nem caminho, nem direção, nem roteiro, nem manual
Pode ser normal?
Pode ser igual.
Fala que sim, hoje não
Tanto faz
Esquece o dia, prefere a noite, mas sempre volta pela manhã
Amanhã é certo não ser o de ontem
Não importa, é sempre novo, bobo, insano, leviano, bom
É um dom


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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

A Vida é Bela


Continuando com as metas de 2015, esse post reúne umas três. Primeira: vou revirar o Netflix e honrar meus R$ 18 reais mensais investidos. Segunda: vou escrever sobre os filmes que vejo porque minha memória não é uma Brastemp e assim, quem sabe, eu me lembre do enredo com mais facilidade quando estiver nas rodinhas de amigos cinéfilos. Terceira: vou escrever nesse blog, apenas.

Você que já viu esse filme sabe que fiz uma ótima escolha para começar. Eu confesso, apesar de antigo e em looping na sessão da tarde, eu ainda não tinha dado a atenção merecida. A Vida é Bela é um filme italiano (primeiro motivo de não ter me feito sentir vontade de ver antes - minha máxima culpa). La vita é bella conta a história de uma família judia que vai parar em um campo de concentração. Sabe filmes que usam o nazismo como pano de fundo? Então, não sei porque ainda insisto em ver se sei que vou me debulhar em mar de lágrimas. Mas cada um sempre conta essa atrocidade de um jeito diferente, e a desse filme é sensacional.

Guido, o pai, Dora, a mãe e Giosué, o filho fofo. Três personagens que se convertem em um: a fé.


A história começa bem leve, com o encontro de Guido e Dora pela cidade. Se apaixonam, sempre com muito humor. Na transição do tempo, surge Giosué. A guerra já é uma realidade e no dia do aniversário do menino a surpresa acontece: a família é levada para o campo. Guido, sempre muito espirituoso, consegue usar a criatividade a seu favor. Cria uma história fantástica sobre o campo de concentração para convencer o filho de que aquilo não se passa de um jogo. Cada tarefa garante pontos que, somados ao final de tudo, rendem um super prêmio: um tanque de guerra de verdade.


A história vai se desenrolando e vamos encontrando nesse pai um amor sem igual pela sua família. Enfim, é mais um filme sobre a guerra, mas não é só mais um filme. O final é surpreendente (pelo menos pra mim foi). Mais surpreendente ainda é ver como há muita qualidade longe de Hollywood. Super merecido eles terem ficado com o Oscar de melhor filme estrangeiro em 1999, desbancando Central do Brasil. Chorei muito e recomendo a todos.



Agora, até a próxima, com mais clássicos ou algum besteirol qualquer.


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sábado, 3 de janeiro de 2015

Ano novo, tudo novo?


Chegou 2015! Dizem que quando um ano novo chega, uma vida nova vem também. Poucas vezes escrevi uma listinha de metas (acho que nunca!). Mas faço uma listinha mental mesmo, com coisas que gostaria que acontecessem. Uma delas envolve esse lugarzinho que está comigo desde os primórdios das redes sociais. Nem sempre dou a atenção que ele merece, por isso, vamos mudar isso aqui!

Este ano me comprometo, publicamente, a escrever uma poesia, poema, soneto (ou seja lá o que for de bonito) por mês. Bom, tentarei que seja bonito. Na verdade pensei em algo mais impactante como 365 poemas, um por dia. Mas não quero me iludir achando que vou conseguir inspiração em um ano todo. Vamos começar aos poucos. No mínimo farei 12. Olha que avanço!?

Para começar, vou relembrar meu primeiro poeminha de quando eu tinha 11 anos. Escrevi sobre o amor, sem fazer ideia do que ele realmente era. De qualquer forma, saiu alguma coisa e eu ganhei um concurso da escola (só acho que a professora deveria ter me alertado que o amor não era essa dor toda). E lá vamos nós:

Você sabe o que é o amor?

Você sabe o que é o amor?
Aquele sentimento por tantos ditos
e por poucos sentidos

O amor! Aquele que arde por dentro
e transforma em cinzas todos os nossos sentimentos

Aquele que depois que chega,
é difícil ir embora
e quando vai
tudo embolora

Aquele que eu dizia ter 
por alguém que nem conseguia me ver

Você sabe o que é o amor?
Aquele sentimento tão bonito e apavorante
que você começa a sentir em um instante

Você sabe o que é o amor?
Aquilo que dói
Aquilo que machuca
Aquilo que corrói

Você sabe o que é o amor?
Aquilo que só por te ver
me estimula a viver

Então? Descobriu o que é o amor?
Pois então posso dizer:
Estou amando você.


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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Sobre domingo



Neste domingo viveremos a festa da democracia, decretando quem comandará esta terrinha tupiniquim por mais 4 anos. Na internet uma chuva de ofensas entre amigos com defesas pelos seus candidatos. Aguardo a próxima segunda-feira, quando poderei ver de volta no Facebook apenas notícias irrelevantes.
Mas, enquanto seu lobo não vem, eu resolvi escrever sobre política e registrar aqui um pouquinho da minha chatice, porque o blog é meu, a opinião é minha e ninguém tem nada com isso.

Os dois primeiros comentários que gostaria de fazer são:

- Você que não tinha 18 anos ou mais na época do governo FHC não pode dizer que só tem emprego hoje por causa do PT. Acaso o senhor ou senhora procuravam emprego com 15 anos?
- Você que, no governo FHC, sempre estudou em escola particular e fez cursinho pré-vestibular às custas do dinheiro do seu papai ou mamãe queridos que muito ganhavam com este governo que você garante ser pífio, pense! Você não tem o direito de dizer que só fez faculdade pública pela boa vontade do partido vermelho.

Dito isso, listo agora algumas razões para não chegar perto do 13 nas urnas:

1 - Dilma acha que ser chamada de leviana é uma violência. Nem parece que é mulher macho sim senhor;
2 - Collor apoia Dilma e o PT e eles gostam disso (eu podia até parar a lista por aqui);
3 -  O PT acha que José Genuíno e companhia são presos políticos;
4 - A transposição do Rio São Francisco já virou lenda e em breve aparecerá em cenário de Once Upon a Time. Ou seja, o Bolsa Família tem chegado no Nordeste, mas a água para fazer o feijão tem, mas acabou;
5 - O doleiro do caso Petrolão afirmou que Lula e Dilma sabiam de todo o esquema e viviam felizes com isso;
6 - A Friboi, do filho do Lula, fez o Roberto Carlos passar por cima de sua ideologia vegetariana e saborear uma carne - uma puta de uma sacanagem. Isso não tem nada a ver com política, mas sendo do sangue do Lula a gente coloca no bolo;
7 - Cotas: é mais fácil meter a minoria "guela abaixo" nas faculdades do que melhorar o ensino da educação base;
8 - Dilma é feia e me dá medo, assim como Regina Duarte bem me alertava;
9 - O mercado brasileiro está desvalorizado, a relação internacional do Brasil está de mal a pior, o dólar continua subindo, foi melhor importar médicos cubanos do que melhorar a condição da rede pública e o salário de médicos brasileiros, vemos a maior onda de corrupção da história onde esses dois governantes sempre estão sabendo dos acontecimentos e tem gente que acha legal porque "nunca na história desse país" se combateu tanto esse tipo de atrocidade...;
10 - Já são 12 anos, não quero virar uma Venezuela.

Antes de me chamarem de alienada, curto sim o Bolsa Família. Mas depois de 12 anos, não consigo acreditar que ele ainda é apenas um peixe e ainda não vejo a vara da pesca. Curto o Pronatec, mas ele está cheio de irregularidades segundo a CGU. Acredito sim que o Lula fez coisas boas, mas com a casa arrumada fica mais fácil, né?

O que eu sempre digo: FHC arrumou a casa, Lula decorou e Dilma bagunçou corredores, sala, banheiros...

Mais 4 anos de Dilma quer dizer mais 8 anos, no mínimo, de PT. Porque depois dela, sabemos qual duende de 9 dedos virá.

Obs: Este texto é super tendencioso. Não tenho compromisso com a imparcialidade e sou muito de direita. Beijos no ombro das inimigas.




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sábado, 20 de setembro de 2014

Para o GNT todo o meu amor!


Hoje quero dividir como eu amo o canal GNT. Ele me preenche nas noites cansadas depois do trabalho e nos sábados vazios de lazer. Acredite, este não é um post pago. Eu gostaria, mas o canal não faz ideia de quem eu seja. Então, vamos lá à minha lista top. Depois de escrevê-la percebi que sou muito mulherzinha e que adoro um programinha de dona de casa.

1 - Santa Ajuda

Foi essa mania de deixar tudo organizadinho que me fez começar a amar o canal. Não sei se é porque meu lado bagunceiro é muito forte e no programa eu projeto tudo o que eu queria ser, mas ver caixinhas, preguinhos, mesinhas e muitas outras coisas fofas compondo um ambiente em seu lugar é muito divertido.



2 - Morar

Esse entrou na lista há muito pouco tempo, mas já está nas primeiras posições. Me fez apaixonar por Paquetá e desde então amo me transportar para a vida alheia em lugares distantes (ou nem tanto). Será que é meu lado fifi falando mais alto?



3 - Chegadas e Partidas

Tem como não chorar? Impossível. Pessoas indo para não voltar tão cedo, pessoas voltando de muito tempo, pessoas buscando sua essência, pessoas buscando cura, pessoas buscando crescimento... Enfim, muito amor para Astrid.






4 - Tempero de Familia

Esse tem o Rodrigo Hilbert e comida da boa. Não preciso me alongar mais (pausa para o suspiro).



5 - Superbonita


Esse é aquele onde várias apresentadoras bonitas falam sobre como ficar bonita. Hoje quem esfrega sua beleza em nossa cara é a Grazy Massafera. E tem dicas para a pele, de moda, de bem-estar. Ou seja, é quele programa que quando você começa a assistir seu marido começa a reclamar e coçar o dedo para mudar pro SporTv.



6 - Cozinheiros em Ação


Como eu sou diferente, meu top 5 tem 6 itens. Idaí? Adoro um reality show. E um onde as pessoas são normais e fazem comida ao seu bel-prazer é muito bom. Curto ver as intrigas, os jurados acabando com a raça dos outros, aqueles pratos maravilhosos que me fazem aguar. Curto mesmo. A única coisa que me irrita um pouco é ver o Olivier, que mora no Brasil há tanto tempo, continuar com aquele sotaque carregado e com os dentes trepados um no outro não negando que vem do velho continente. Fora isso, amo.
(Ah, estou torcendo pela Dona Benta só porque ela é fofa!)





Beijos GNT. Continue me entretendo e me fazendo esquecer de Roda Roda Jequiti (Silvio você ainda é meu preferido).


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terça-feira, 2 de setembro de 2014

Mais uma tentativa

Estou aqui mais uma vez pra tentar de novo. Escrever é um hábito difícil de manter considerando a vida atribulada. Mas quem acredita sempre alcança.
Vamos nós mais uma vez nessa diversão sem fim.

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