Just loving, just living, believe!
I still believe that you're the right part of this mess
I'll be around and by your side
Just let me always try to make you happy
Because I don't need anything else, if I see your smile
Please be my love forever
Please let me take your breath
Please call me when you're alone
when you don't have anyone,
when you want me close to you
Just say that I'm the one
and let me show you hapiness the way I Know.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
E finalmente 2008
E finalmente 2008??? Mas não foi agora que já chegou 2009? É, mas a intenção aqui é falar de todos os passos e embaraços de 2008. Esse ano que foi pra mim, sem comentários!!!Sabe o que é passar um ano diferente? Eu soube este ano. Sabe aquelas histórinhas que a gente ouve por aí, falando de amor? Aquelas músicas melosas e que a gente sempre pensa que são só um bando de letras fazendo rimas e jamais se tornarão realidade? Pois eu vi uma mágica acontecer, então. O ano começa esquecendo o passado e simplesmente me trazendo aos poucos presentes perfeitos. Pra quem leu meu humilde post falando dos meus 19 anos, quero deixar marcado aqui que as minhas últimas frases tiveram um poder de persuasão com o universo que esses 365 dias se tornaram maravilhosos. Com 20 anos posso dizer que: as responsabilidades que tinha ganhado me foram tiradas e isso me deixou mais feliz. As amizades do passado se tornaram de novo presentes. Eu fiz mais amigos, fui de novo a muitas festas, vi muita gente casando. Eu vi minha família mais feliz. Eu conheci lugares diferentes, e dexcobri que não precisa ir tão longe para ver como meu país é bonitinho, coisa fofa! Eu fui muito elogiada e percebi que se continuar nesse ritmo eu e alguns amigos seremos dignos de ganhar um leão de ouro!!! Eu dei adeus ao que me fazia mal demais. Eu ganhei a oportunidade de recomeçar a ser gente grande em um lugar lindo...entre tantas outras coisas. Mas a melhor parte não stá entre as "tantas outras coisas". A melhor parte é aparte de qualquer outra coisa. É quase como um sonho, que sonhei, sonhei tanto e quando eu estava descansando, e menos esperando ele se tornou real. O real que me faz rir, que me traz paz, que me obriga a ser mais madura e isso é muito bom. O real que me faz ser idiota, falar diferente, andar diferente, viver diferente. Um real realmente realizado. Real que eu não sei mais como viver se por acaso, quiser dormir e voltar a ser sonho. Real que é tão perto, quase perfeito, não fosse algumas escolhar flamenguistas infelizes. Real que já me fez ser, sentir e viver tantas coisas em tão pouco tempo. Real que me fez descobrir o que é amar de verdade. De verdade mesmo, diferente do que eu pensei que fosse e do que eu ouvia sobre. E então eu sou feliz. Felizarda. O presente mais lindo desse ano caiu como um anjinho perdido pelos ares que procurava um lugarzinho tão pequenininho para morar. E olha que tem que fazer malabarismo, porque o pacote veio em tamanho MEGA. E eu só tenho que agardecer a Deus, por tudo o que me fez passar. E se alguém me perguntar qual foi o melhor ano da minha vida até agora, posso dizer que foi 2008. E pra receber mais ainda, repetirei a frase profética do último ano: se meus 21 anos for metade do que foi meus 20, ai ai ai...sem palavras.
PS: dedicado ao gordinho sem paciência!
PS: dedicado ao gordinho sem paciência!
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Trabalho História da Arte II
Mais uma de Oscar Niemeyer
Definir as curvas do MAC – Museu de Arte Contemporânea -, projeto do arquiteto internacionalmente consagrado, Oscar Niemeyer, é se deslumbrar em um espaço futurista, com arte altamente refinada.
Se Oscar Niemeyer pensa diferente, desta vez ele pensou curiosamente para idealizar esta obra única e magnificamente curvilínea. Contemporânea é a arte foco deste museu e se houver dúvidas do que isso quer dizer, basta olhar para sua estrutura arquitetônica. Em formato de disco, projetado em cima de uma base cilíndrica, envolvida por um lago e com acesso através de uma rampa vermelha, é fato imaginar que se fora já é uma obra de arte, dentro haverá outras tão esplendorosas quanto o mesmo. A transformação do nada na Baía de Guanabara para a tradução do moderno demorou cinco anos para ser concluída. E sinceramente, poderia durar o tempo que fosse, pois o resultado foi com certeza mais do que satisfatório. Não é de se admirar que esta seja uma das construções de Oscar mais comentadas no país e fora dele. São luzes bem projetadas, visão privilegiada por janelas que podem ser vistas também como quadros, já que a paisagem nela transpassada não é de se jogar fora, além de abrigar exposições dos grandes artistas contemporâneos.
Basta um olhar mais apaixonado para se derreter com a genialidade do arquiteto e perceber que a beleza pode ser vista por vários ângulos, igualmente fascinantes.
Se você estiver se aproximando, pode até pensar que ultrapassou uns cinqüenta anos desde hoje, entrou na máquina do tempo e encontrou então o futuro, o novo, o super diferente. Encontrar pessoas ao seu redor, admirando, comentando e analisando deve ser realmente sinônimo de sucesso para Niemeyer, que ao longo de sua carreira já deve estar acostumado com essa palavra, depois de tantas linhas misteriosas em toda sua caminhada profissional. O que se passa na cabeça desse ser que vê o novo há anos luz de sua realidade, que entende o irreverente como belo e que mesmo assim continua surpreendendo a cada etapa de sua vida?
Nós, cariocas, eles paulistas, baianos, americanos, italianos, todos, sem exceção somos presenteados e privilegiados com a mente aventureira de Oscar. Ter a oportunidade de conhecer o MAC é saber que, ao menos uma vez em sua vida, você entendeu e chegou perto do que dizemos ser maravilhoso. Não consigo imaginar alguém não se surpreender com tanta graça e simpatia, que nos faz chegar a intimidade de sua beleza, o apelidando de várias maneiras, de várias formas e nos sentindo realmente em casa. Numa casa nova. Numa casa linda. Numa casa perfeitamente contrária as normas dos cálculos matemáticos.
No Mac a gente sente, vê, imagina, sonha, percebe, entende, acredita, idealiza, passa por todas as sensações humanas possíveis.
Palmas para o Brasil, para Niterói e uma salva bem generosa para Oscar Niemeyer, que Deus abençoe sua mente e possa nos presentear com outros tantos seguidores de sua perfeição para que hoje, amanhã e sempre, possamos ser intrigados com tamanha genialidade.
Definir as curvas do MAC – Museu de Arte Contemporânea -, projeto do arquiteto internacionalmente consagrado, Oscar Niemeyer, é se deslumbrar em um espaço futurista, com arte altamente refinada.
Se Oscar Niemeyer pensa diferente, desta vez ele pensou curiosamente para idealizar esta obra única e magnificamente curvilínea. Contemporânea é a arte foco deste museu e se houver dúvidas do que isso quer dizer, basta olhar para sua estrutura arquitetônica. Em formato de disco, projetado em cima de uma base cilíndrica, envolvida por um lago e com acesso através de uma rampa vermelha, é fato imaginar que se fora já é uma obra de arte, dentro haverá outras tão esplendorosas quanto o mesmo. A transformação do nada na Baía de Guanabara para a tradução do moderno demorou cinco anos para ser concluída. E sinceramente, poderia durar o tempo que fosse, pois o resultado foi com certeza mais do que satisfatório. Não é de se admirar que esta seja uma das construções de Oscar mais comentadas no país e fora dele. São luzes bem projetadas, visão privilegiada por janelas que podem ser vistas também como quadros, já que a paisagem nela transpassada não é de se jogar fora, além de abrigar exposições dos grandes artistas contemporâneos.
Basta um olhar mais apaixonado para se derreter com a genialidade do arquiteto e perceber que a beleza pode ser vista por vários ângulos, igualmente fascinantes.
Se você estiver se aproximando, pode até pensar que ultrapassou uns cinqüenta anos desde hoje, entrou na máquina do tempo e encontrou então o futuro, o novo, o super diferente. Encontrar pessoas ao seu redor, admirando, comentando e analisando deve ser realmente sinônimo de sucesso para Niemeyer, que ao longo de sua carreira já deve estar acostumado com essa palavra, depois de tantas linhas misteriosas em toda sua caminhada profissional. O que se passa na cabeça desse ser que vê o novo há anos luz de sua realidade, que entende o irreverente como belo e que mesmo assim continua surpreendendo a cada etapa de sua vida?
Nós, cariocas, eles paulistas, baianos, americanos, italianos, todos, sem exceção somos presenteados e privilegiados com a mente aventureira de Oscar. Ter a oportunidade de conhecer o MAC é saber que, ao menos uma vez em sua vida, você entendeu e chegou perto do que dizemos ser maravilhoso. Não consigo imaginar alguém não se surpreender com tanta graça e simpatia, que nos faz chegar a intimidade de sua beleza, o apelidando de várias maneiras, de várias formas e nos sentindo realmente em casa. Numa casa nova. Numa casa linda. Numa casa perfeitamente contrária as normas dos cálculos matemáticos.
No Mac a gente sente, vê, imagina, sonha, percebe, entende, acredita, idealiza, passa por todas as sensações humanas possíveis.
Palmas para o Brasil, para Niterói e uma salva bem generosa para Oscar Niemeyer, que Deus abençoe sua mente e possa nos presentear com outros tantos seguidores de sua perfeição para que hoje, amanhã e sempre, possamos ser intrigados com tamanha genialidade.
Trabalho de história da arte I
A arte das mãos
Desde o momento do nosso nascimento, até o momento de dizer adeus a este mundo, usamos nossas mãos em várias ocasiões. Elas são instrumentos vivos de nosso dia a dia. É com elas que levamos o alimento à boca, que tomamos banho, que dizemos oi ou acenamos na hora do tchau.
Assim fazemos também com a arte. A arte usa as mãos como seu principal artifício para chegar no trabalho final. Então, porque não usar a mão para fazer a arte que fazemos com ela? Confuso? Não se você tiver um encontro com a exposição de Michel Groisman Sung Pyo Hong, no MAC. Nome grande, obra grande. Mãos pra que te quero? Pra fotografar a própria. Nessa obra, o artista demonstra vários passos para se usar a mão a transformando em arte pura e realista. São figuras geométricas formadas com seu auxílio, animais, figuras abstratas, enfim, de tudo e mais um pouco. E qual a graça disso tudo? Pra mim, a parte mais empolgante dessa história é que eu não apenas admiro a arte, mas também faço ela acontecer. Quem não vai querer imitar a arte exposta e ficar igual a um fanático comunista lutando por um ideal: ser exatamente aquela figura?
Mais uma vez a gente percebe que um artista vê além da linha do horizonte. Talvez todos vivam no país das maravilhas, e dessa forma, percebem o ilustre onde qualquer mortal não enxerga. Quem pensaria em expor mãos loucas, que parecem sozinhas no espaço e te fazem fixar os olhos sem piscar?
Eu concebo com facilidade a imagem de todos os espectadores tentando e tentando, incessantemente, até conseguir reproduzir uma das figuras. Nem que seja apenas uma. Até mesmo eu me aventurei a tentar. E quando cheguei ao máximo da minha capacidade, formando figuras esquisitas com palitinhos coloridos, pensei: eu sou muito inteligente! E quantos mais não pensaram isso quando enfim chegaram a sua melhor performance? Imagino eu que todos, sem exceção.
É brilhante a idéia de deixar o visitante entrar no mundo mágico da arte junto com o artista. Interação. Inovação. Percepção. E, lógico, superação de limites. Crianças, jovens, adultos e senhores se interessam em ser a arte, em experimentar.
Eu acredito na mistura do artista e do espectador. Eu acredito no potencial das minhas mãos, das suas mãos. Eu acredito na sagacidade de Michel Groisman. Enquanto houver mão, haverá vida, haverá arte, haverá graça.
Desde o momento do nosso nascimento, até o momento de dizer adeus a este mundo, usamos nossas mãos em várias ocasiões. Elas são instrumentos vivos de nosso dia a dia. É com elas que levamos o alimento à boca, que tomamos banho, que dizemos oi ou acenamos na hora do tchau.
Assim fazemos também com a arte. A arte usa as mãos como seu principal artifício para chegar no trabalho final. Então, porque não usar a mão para fazer a arte que fazemos com ela? Confuso? Não se você tiver um encontro com a exposição de Michel Groisman Sung Pyo Hong, no MAC. Nome grande, obra grande. Mãos pra que te quero? Pra fotografar a própria. Nessa obra, o artista demonstra vários passos para se usar a mão a transformando em arte pura e realista. São figuras geométricas formadas com seu auxílio, animais, figuras abstratas, enfim, de tudo e mais um pouco. E qual a graça disso tudo? Pra mim, a parte mais empolgante dessa história é que eu não apenas admiro a arte, mas também faço ela acontecer. Quem não vai querer imitar a arte exposta e ficar igual a um fanático comunista lutando por um ideal: ser exatamente aquela figura?
Mais uma vez a gente percebe que um artista vê além da linha do horizonte. Talvez todos vivam no país das maravilhas, e dessa forma, percebem o ilustre onde qualquer mortal não enxerga. Quem pensaria em expor mãos loucas, que parecem sozinhas no espaço e te fazem fixar os olhos sem piscar?
Eu concebo com facilidade a imagem de todos os espectadores tentando e tentando, incessantemente, até conseguir reproduzir uma das figuras. Nem que seja apenas uma. Até mesmo eu me aventurei a tentar. E quando cheguei ao máximo da minha capacidade, formando figuras esquisitas com palitinhos coloridos, pensei: eu sou muito inteligente! E quantos mais não pensaram isso quando enfim chegaram a sua melhor performance? Imagino eu que todos, sem exceção.
É brilhante a idéia de deixar o visitante entrar no mundo mágico da arte junto com o artista. Interação. Inovação. Percepção. E, lógico, superação de limites. Crianças, jovens, adultos e senhores se interessam em ser a arte, em experimentar.
Eu acredito na mistura do artista e do espectador. Eu acredito no potencial das minhas mãos, das suas mãos. Eu acredito na sagacidade de Michel Groisman. Enquanto houver mão, haverá vida, haverá arte, haverá graça.
100 sentido
Traz branco a ausência
ou o preto a decência
Leva folhas o poema
ou poesia o silêncio
Encontra graça o tédio
ou busca leveza o remédio
na alma que anseia cores novas para ilustrar o inexplicável e traduzir o inexplorável
sábado, 29 de novembro de 2008
Longe daqui
Longe do meu filhiho, tadinho... Eu sempre faço a gracinha de deixar o pobrezinho jogado às traças. Mas é por uma boa causa. Comecei a trabalhar e isso consome um pouco a mais do meu tempo livre. Apesar de uns e outros jurarem que eu não faço nada na minha atual querida empresa, eu trabalho muito lá sim tá, sr. Zache!!!!
Mas só quero que todos saibam que não...Eu não morri, não engravidei, não me mudei. Estou aqui, de olho em tudo. E escrevendo sim. Mas só poderei postar semana que vem, porque os textos são parte d eum trabalho da facul e, portanto, precisam ser inéditos até a entrega!!!
Bjusmeliga!!!!!!!!
XDDDDDDD
Mas só quero que todos saibam que não...Eu não morri, não engravidei, não me mudei. Estou aqui, de olho em tudo. E escrevendo sim. Mas só poderei postar semana que vem, porque os textos são parte d eum trabalho da facul e, portanto, precisam ser inéditos até a entrega!!!
Bjusmeliga!!!!!!!!
XDDDDDDD
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Nem eu sei
Melhor não tentar entender as linhas tortas do que quero dizer. 
Se você pensa que sim, talvez a intenção era dizer que não.
Então, esquece tudo. Pra isso não tem solução.
Esquece que a vírgula estava na hora errada, depois de tudo o que precisava ressaltar.
Não se preocupe se a exclamação era interrogação. Às vezes o sentido perde a razão.
Encontre tempo pra olhar pro nada, porque aí você não terá respostas trocadas.
Tá bom se era pra mim trema, mas pra você foi dois pontos. A diferença estava só na posição.
Não espere lembrar das palavras, elas estão sem sentido e atrapalhadas.
Escute a voz dizendo PARA! Assim você não se arrepende no fim.
Desliga as intenções do coração, não tem nada de sentimental aqui.
Não tem nada de dramático. É só um monte de letras formando caretas.
E rindo das suas dúvidas e incertezas.
Depois dos vocábulos, acentos e hiatos, pode acreditar que faltou dizer que sim.
Dizer não tem solução, ressaltar a razão trocadas na posição, e atrapalhadas no fim, aqui caretas e incertezas, faltou dizer que sim.
Que o fim não é aqui.
Você que faz . Tanto faz.

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