domingo, 28 de outubro de 2018

Budapeste - roteiro do primeiro dia em Buda


Budapeste foi minha primeira parada na minha primeira euro trip, na minha primeira viagem sozinha. Ufa, muitas primeiras coisas. E eu fiquei totalmente encantada com essa cidade.

Não conhecia ninguém que já tivesse visitado Budapeste, por isso, usei muita dica de blogueiros e youtubers. Fiquei viciada nos vídeos do Louco Por Viagens. Eu não sei dizer quantas vezes dei play nos roteiros dele, além de anotar cada diquinha de onde comer e o que fazer.

Basicamente, meu dia em Budapeste começou atravessando a Ponte das Correntes, super famosa e importante na cidade. No passado a travessia entre Buda e Peste, quando eram cidades diferentes, era feita apenas pelo Rio Danúbio. Depois de uma confusão com um cara importante da cidade que não conseguiu atravessar o rio a tempo para um funeral, ele decidiu construir essa coisa linda e imponente.



Logo depois fui para a região do Castelo de Buda, que não é bem um castelo. Na verdade é um complexo com construções históricas, museus, pátios. É lindo! Pra chegar lá peguei um funicular que sobe e nos deixa lá em cima sequinhas e sem cansaço. Se quiser, dá pra ir caminhando morro acima. Não é meu perfil! Lá só aceita moeda local, então garanta ter uns florins. Tem uma casa de câmbio na rua ao lado direito da saída da ponte das correntes. Não faça como eu que andou em direção ao lado esquerdo e não encontrou nada além de muito sol, calor e deserto.



Subindo, conheça toda a parte do castelo, a vista maravilhosa, a troca de guardas. Muito incrível.



Seguindo, a próxima parada é a Igreja de Matias, de uma arquitetura que eu ainda não tinha visto em nenhum lugar. Ela é a igreja católica mais famosa de Budapeste. Nos arredores da igreja está o Bastião dos Pescadores. QUE LUGAR! Não consigo explicar a beleza desse cantinho. É super único. Um grupo de pescadores na Idade Média era responsável pela guarda do lugar, por isso o nome. Para subir e ver a melhor vista você vai precisar desembolsar mil florins.






Depois do Bastião, segui para a biblioteca Nacional que estava fechada. Então fui direto para a Torre de Maria Madalena, uma igreja em ruínas devastada pela guerra. A vista é boa lá de cima, mas tem degrau pra dar e vender. Parei na metade porque sou dessas.



De lá passei no Portão de Viena, nada demais, apenas uma passagem entre a região do castelo e a rodovia que liga à Viena.

Para almoçar escolhi o Jamie's Italian Buda Castle, restaurante do Jamie Oliver. Como Budapeste não é uma cidade cara, gastei 17 euros (4.903 florins) por lá. Como eu ia fazer um almojanta valeu super a pena! E ainda estava magnífico.




O dia ainda estava claro e era cedo, então aproveitei para ir logo na Budapeste Eye, que já fica no lado Peste. Uma roda gigante para ver a vista do alto não é nada mau, né?



Assim fechei o primeiro dia em Buda de Budapeste. Foi maravilhoso e minha primeira experiência na Europa não poderia ter sido melhor.

Uma dica para quem for na primavera/verão: prepare-se pra muito calor. Apesar de carioca, os 30 graus de lá foram de longe os mais quentes que senti em toda a vida.

Para contar mais fiz esse vlog com as dica:








Viajar sozinha - minha primeira vez e experiência


Eu não sei explicar muito bem como e quando começou a acontecer, mas sim, sou viciada em viajar. Minha primeira viagem no mundo não foi muito bem mundo, porque na verdade saí do Rio de Janeiro para Paraty. Mas foi a primeira vez que gastei meu próprio dinheiro para passar férias em algum lugar, ficar em uma pousada e fazer passeios por aí. E foi incrível, tirando o fato de que fiquei muitas horas no buzão, além de ter escolhido mal a pousada (longe, só com ventilador de teto num calor de 40 e outras cositas más). Mas tudo bem, foi incrível sim! Desde então lembro de mim desesperada para garantir algum destino nas férias.



O fato é que sempre tive companhias para minhas viagens. Mas um dia, isso mudou. E quando mudou não cogitei ficar sem viajar só porque estava sem companhia. Eu ainda queria (e quero) conhecer o mundo e não eram férias descasadas que me fariam parar. Além disso, eu passei por uma mudança radical na vida. Um dia me vi sozinha, em outro emprego e outra cidade. Por isso, senti ainda mais vontade de voar como nunca voei. E como não pensar em Europa quando se pensa em voar bem voado? E lá fui eu, começar a planejar minha primeira grande viagem internacional e, SIM, sozinha!

Pensar em Europa sozinha pode ser meio assustador. Pensar em Leste Europeu com línguas tão diferentes parece mais assustador ainda. Mas naquele momento nada me impediria. Eu estava mais empolgada do que criança brincando com caixa de papelão. Escolhi o leste porque era mais barato, ou dessas. Os países que fui nunca estiveram na minha lista de tops, mas quando terminei de passar por todos eles me perguntei porque não estavam! Eu passei por Budapeste, Viena, Bratislava, Praga e Berlim.



Entre comprar as passagens e chegar lá foram alguns meses de muito planejamento. Assisti muitos vídeos no youtube para me ajudar a criar os roteiros, li muitos blogs, estudei bastante sobre os países e costumes e também li muito sobre como viajar sozinha. Isso me ajudou muito a não ficar tão perdida por lá. Como os idiomas eram muito diferentes bateu um medinho se eu conseguiria me comunicar em inglês. Mas todos falam alguma coisa, mesmo que básica. Não passei perrengue para me comunicar em nenhum momento.


Meu primeiro drama em viajar sozinha era o próprio avião. Seria minha primeira vez com mais de 6h de viagem, sem ninguém conhecido do lado pra apertar a mão quando rolasse uma turbulência. Sim, eu tenho medo de avião, me julguem. Por isso, fiz questão de escolher uma companhia aérea que parecia muito bem organizada para a experiência no ar não ser traumática. Paguei mais caro na passagem voando de KLM, mas não me arrependo. Chegar bem, sem traumas de vôo com certeza fez diferença. Além disso ganhei uma conexão em Amsterdam e senti o cheirinho dessa cidade maravilhosa que cheguei já querendo voltar.



Outra coisa que me assustava era se eu seria capaz de andar de transporte público. E sim, fui muito capaz. Primeiro que o transporte funciona mesmo! É tão pontual, organizado e sinalizado que não tem como se perder. Além disso o Google Maps foi meu melhor amigo. Ele me indicava maravilhosamente bem onde eu deveria ir, em que ponto pegar ou descer, quantos pontos até meu destino. Sério, Google Maps mudou minha vida depois dessa viagem. Adquiri o hábito de usar até aqui em SP.



Também fui muito esperta em levar um tripé para celular. Eu sou a louca por fotos e não poderia depender de ninguém para fazer meu primeiro book glamour europeu. Achei um tripé de apenas 30 reais no Mercado Livre e fui muito feliz em carregar o bichinho pra cima e pra baixo. Viajando sozinha você pode sim pedir ajuda pra qualquer outro viajante no bom e velho jeitinho camarada (nesse caso indico caçar asiáticos para garantir boas fotos), mas nada como ter a liberdade de definir seu ângulo, além de tirar quantas fotos quiser. Liga o timer e vai ser feliz! Claro que o fato de estar em lugares seguros me deu a liberdade de largar o celular em qualquer lugar, mas sempre com cuidado e atenção. Pra carioca rata de Rio isso não é um problema.



Como estaria sozinha e não teria ninguém do lado para fazer aquela cara "e agora?" para achar algum lugar, decidi sair do Brasil com chip de dados para Europa. Outro ponto para mim (na verdade pros blogs que me indicaram essa esperteza). Ter internet o tempo todo me fez ir pra cima e pra baixo sem medo, fazer muito stories e mudar roteiro do nada, porque sim de novo, essa é uma das melhores partes de viajar sozinha: fazer o que quer.



E essa mensagem é a que vai fechar esse post. Viajar sozinha é libertador. É andar o quanto quiser. É decidir que quer acordar cedo ou tarde sem ninguém do seu lado reclamando por isso. É viver com intensidade cada experiência porque é só com você mesmo que dá pra partilhar o momento. É mudar o roteiro no meio dele porque simplesmente quis sem perguntar "tudo bem pra você?". É comer exatamente o que quer comer, gastar exatamente quanto quer gastar. É se permitir conversar com pessoas novas. É perder a vergonha de pedir ajuda e se sentir muito bem quando percebe que deu tudo certo.



Viajar sozinha deveria estar nos seus planos, nem que seja pelo menos apenas uma vez. Você vai perceber que estar em um lugar novo, vivendo tantas coisas novas, vai fazer você se sentir mais viva, mais capaz, mais poderosa. E no fim, você nem vai lembrar que estava sozinha. São tantas coisas diferentes para experimentar que o fato de estar sozinha vai passar despercebido com certeza.

Espero ter tirado o seu medo de ir por aí sem companhia. Se der alguma coisa errada (capaz de dar uma coisa ou outra como quando quase perdi o trem de Viena para Berlim) tudo bem! É história para contar. O fato é que quando você voltar para casa cheio dessas histórias na mala fatalmente já estará procurando novas passagens para o próximo destino porque isso vicia. Prepare-se, eu avisei!


sábado, 27 de outubro de 2018

Mercadão de Pinheiros em São Paulo


Quem vem visitar São Paulo pela primeira vez já lembra logo de dar aquele check no Mercadão Municipal que fica na região do centro da cidade. Eu mesmo assim que vim morar aqui já fui lá correndo pra ver de perto o sanduiche de várias camadas de mortadela (não tive coragem de comer rs).

Mas poucos sabem que existe um outro mercado também muito legal, cheio de frutinhas, queijinhos, restaurantes e cafés. O Mercado Municipal de Pinheiros fica muito bem localizado, pertinho da estação de metro Faria Lima. E é super pertinho da minha casa, mas demorei pra ir lá conferir. Esse fim de semana tirei da lista e fui pessoalmente conferir. E claro, amei!!!




Ele é menor, mas tem tudo o que a gente costuma querer encontrar, de frutas à carnes. Além disso gostei muito da variedade de restaurantes. O Napoli Centrale pareceu super legal, com preço acessível e proposta interessante fazendo a gente se sentir na Itália. Ok, não comi lá. Mas quem estava nas mesas parecia feliz hehe





Fiquei surpresa quando vi um Café Mocotó. Claro que é ponto certo pra quem é fã desse chefe super famoso!



Fiquei chocada quando vi abóboras inteiras, no melhor estilo americano!




Também achei super legal achar em pleno mercadão de Pinheiros lojinhas de artesanato com peças feitas pelos índios xingú. Amei muito cada detalhe!





Tem também aqueles famosos nuts que a gente ama pra ficar focado na dieta, porque somos #fit sim!



Além de todas essas maravilhas fiquei feliz de passear na rua Teodoro Sampaio (que fica atrás do mercadão) cheia de lojinhas baratinhas com coisas pra casa, roupas, sapatos, cama, mesa e banho! 



Então não deixem de conhecer o Mercadão de Pinheiros! Ele fica na rua Pedro Cristi, 89 e fica aberto de segunda à sábado de 8h às 18h. Se quiserem uma dica para almoçar, cheguem 12h e garantam um mercadão só seu, sem filas!

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Jesus chora por nós



João 11:35
“Jesus chorou”

Acho que eu não conheço outro versículo tão pequeno quanto este. E acho que por muito tempo a importância dele pra mim foi proporcional ao tamanho. Ler “Jesus chorou” no meio de tantas outras informações acabou passando despercebido por muitas vezes. Até que um dia algo mudou.

Um dia eu li esse versículo e Deus me revelou o seu grande amor por mim. Eu entendi que Jesus não pode chorar só por Lázaro. Jesus chora por mim. Quando eu estou morta, fora dos Seus caminhos, vivendo o que minha própria vontade quer: Ele chora por mim! Quando eu estou cega espiritualmente e não consigo entender seu amor: Ele chora por mim! Quando eu enterro tudo o que Ele me deu: Ele chora por mim. Quando eu ignoro seu sacrifício: Ele chora por mim!

Jesus chorar é Deus chorar. Deus chorar por mim mostra que eu não sou tão insignificante assim! Deus chora por mim porque é um Pai amoroso que se importa com a minha vida! 


Não desperdice tudo o que Ele fez por você! Não deixe Jesus chorar por você! Do contrário, tenha uma vida que faz Jesus sorrir!

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

A liberdade de Deus


João 8:31
Então Jesus disse para os que creram nele:
"- Se vocês continuarem a obedecer aos meus ensinamentos, serão, de fato, meus discípulos e conhecerão a verdade, e a verdade os libertará."

Jesus aconselhou aos que creram Nele para que permanecessem no caminho porque assim a verdade os libertaria!

Quando entramos na igreja, geralmente,  pensamos que no dia em que fazemos uma oração a Deus reconhecendo Jesus como seu filho e nosso salvador tudo ficará diferente e melhor naquele mesmo instante! Mas espera! O próprio Jesus disse para permanecermos em fé e conheceríamos a verdade como consequência. Não foi “conheçam a verdade, sejam libertos e permaneçam seguindo meus ensinamentos”. Não! Conhecer a verdade e estar liberto vem depois de uma vida seguindo  o que Ele nos ensinou.

Não dá pra fazer uma oração e achar que magicamente um pó de pirlimpimpim cairá sobre nossas cabeças fazendo algum tipo de milagre e varredura do nosso eu. É um processo que teremos que ser firmes para passar, permanecer e mudar. Mudar quem somos na essência e receber o caráter de Cristo. E esse caráter faz a gente conhecer a verdade.

E quem disse “Eu sou a Verdade e a Vida?”. Ele! E conhecendo Ele seremos libertos. E não tem nada a ver com um espírito malígno sair de nós (salvo alguns casos que tem a ver sim rsrs). Tem a ver com sermos limpos, libertos dos nossos medos, libertos da tristeza, libertos dos vícios (de qualquer tipo, inclusive desse aqui chamado internet), libertos do julgamento, libertos do egoísmo, da falta de misericórdia... enfim, libertos de nós mesmos, dessa natureza humana pecadora e tão terrível.

Eu tenho fé na humanidade sim porque conheço um Deus que liberta! E se Ele for aceito o amor se espalhará!

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Venezuelanos no Brasil - Não temos estrutura ou não temos empatia?


Provavelmente você já deve ter visto e ouvido notícias sobre a imigração de Venezuelanos para o Brasil, especialmente para o Norte. Se você é de Roraima deve estar vivendo na pele isso que chamam de crise migratória. Nessa conversa eu gostaria de expor minha humilde opinião sobre o caso, não que alguém tenha perguntado. 

O fato é que milhares de venezuelanos viram suas vidas virarem de cabeça pra baixo progressivamente por conta de uma crise econômica e política muito grave. Esse post não é para debater a política do país, mas não tem como falar da imigração sem explicar um pouco a crise em si. Basicamente o país é economicamente dependente do petróleo. E os últimos governantes, Chavez e Maduro, adotaram uma política socialista onde o governo interfere totalmente em questões como taxa cambial e adoram nacionalizar qualquer empresa que vêem pela frente. Em um mercado onde o governo é responsável por todos os investimentos, imagina o custo para manter um país. O problema é que em dado momento o preço o barril de petróleo simplesmente despencou e a Venezuela se viu sem boa parte da sua fonte de receita. Ainda assim, o governo continuava com as mesmas contas para pagar, porque lembrem, o mercado privado não existe e se o país não está vendendo, não gera dinheiro e não consegue investir. Sem dinheiro no caixa, Maduro simplesmente decide diminuir a importação de produtos básicos, porque o país também é dependente de mercados externos nesses itens já que as empresas privadas não conseguem se manter no país com as políticas socialistas de controle de preços. Aí para de importar e, claro, para de dar condições básicas para sua população. Não vamos aqui entrar no fator político detalhando problemas como corrupção elevada, "democracia" ditatorial, eleições fraudulentas e etc. Vamos focar na crise econômica que já é bastante pros nossos neurônios por hora.

Ufa! Depois do textão, o ponto é: você consegue se colocar no lugar de venezuelanos que não encontram papel-higiênico no supermercado? Você consegue se imaginar sem ovo e leite para alimentar seus filhos? Eu não estou falando de pasta de dente Tandy com cheirinho de tutti-fruit. Estou falando da Sorriso estar em falta. Dá aquela olhada pra direita e pra cima e se imagine nessa situação.

Depois dessa pequena reflexão, vamos falar de como o Brasil recebe os imigrantes. Nosso país é gigante, o quinto maior do mundo em território. Temos muitos problemas estruturais sim e nossas próprias lutas. Mas a xenofobia que se instaurou por aqui não corresponde à realidade de como podemos receber os imigrantes. Nós recebemos 1% de imigrantes no ano. Essa taxa é calculada em cima da nossa população total. 1% não é nada. Sério, garanto que não faz cosquinha nas escolas e nos hospitais. A quantidade estimada de venezuelanos que estão vindo pro Brasil é de aproximadamente 40 a 60mil contra 550 mil na Colômbia. E vocês dizendo que é muita gente! Claro que se todos permanecerem em Roraima, um estado pouco desenvolvido, teremos sim algum impacto. Mas temos condições de receber essas pessoas nas outras 26 federações. Outro ponto importante é que não é porque eles estão chegando que vão sobrecarregar nossos serviços básicos. Dados mostram que mais de 48% dessa população não utilizou nossos serviços. Nós temos problemas em serviços básicos de qualquer maneira, não porque eles chegaram! Outro ponto é que eles não são zés ninguéns sem estudo que vão acabar com nosso país maravilhoso e desenvolvido nossa meu Deus que país incrível! Não! A maioria possui nível médio completo, mais instruídos do que os próprios brasileiros daquela região. Venezuelanos imigrantes são pessoas como nós, que se viram sem condições básicas para viver. São Cyntias, Danielas, Fernandas, Henriques, Gustavos, Paulos...


A minha pergunta volta a ser: você consegue se colocar no lugar deles? Consegue imaginar o Brasil em colapso total? Vocês não acham tão legal ir pros Estados Unidos, Portugal, Irlanda e tantos outros? Esses brasileiros são considerados o que? Imigrantes fofinhos diferentes dos venezuelanos que chegam pelo desespero?

Nosso país é um país de imigrantes. Ou você que está lendo é índio?

Eu sou de direita, abomino o socialismo, ainda não conheci um país socialista que fosse um arrazo, me agonia um mesmo governante tanto tempo deteriorando um país... Mas não é por isso que não vou enxergar a dor daqueles que fogem disso tudo.


Dale textão. Se você chegou até aqui merece um OBRIGADA!!


Fonte dos dados %

terça-feira, 24 de julho de 2018

Vamos falar sobre o KKK!




Esse post é apenas um desabafo sobre o KKK injustiçado. Eu ainda me pegunto o porquê desse preconceito não só com essa risada, mas também com quem a escolhe. Vamos convir que é muito mais simples pressionar o K loucamente no seu teclado do que ficar caçando o H e o A alternadamente. Isso quando a pessoa não quer ser engraçadona e incluir o U no meio. Ou seja, 3 teclas quando eu posso apenas escolher uma e imprimir a mesma emoção. É tanta emoção quando a gente está rindo que quando a risada é HAHAHA é óbvio que sai um G aleatório, um S nada a ver... Pra que complicar?

Quando a gente ri ou gargalha existe esse som na vida real? Não! Mas e daí? Nunca existiu POW ou PUFF, mas quando o Maurício colocava na Turma da Mônica eu entendia claramente o que estava acontecendo.

Então fica aqui meu protesto importantíssimo que com certeza permeia corações aflitos por aí como o meu. Eu vou usar o K sim e me aceitem do jeito que sou.

Me siga no Instagram pra gente pensar por lá: @CyntiaBravo

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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

A melhor parte de crescer é ser você



Eu andei refletindo sobre como é bom crescer. Não vou negar que a infância continua sendo minha queridinha, afinal rasgar uma caixa de papelão e achar aquilo o evento mais divertido de todos é muito encantador. Mas, não dá pra ficar lá pra sempre. Então, se vamos crescer, que bom que chegamos à maturidade. Não que eu esteja um poço de sabedoria, longe disso. A diferença é que eu já entendi que não preciso ser igual a ninguém pra ser feliz. Quando era mais nova, entre a adolescência e a o início da fase de jovem adulta, eu insistia em ser parecida com quem eu admirava. E não, isso não incluía meus pais, porque né, que adolescente quer ser igual aos pais? (desculpa mom e papi, lidem com isso, amo vocês). Aos meus 20 anos eu gritava aos quatro ventos sobre meu ódio de praia. Não sei quando exatamente esse asco começou, só sei que me privei do mar por alguns anos porque detestava a areia, detestava o sal da água, detestava o sol queimando, detestava crianças correndo. Mentira, eu amo a praia! Eu amo o barulho das ondas e a paz que ele me traz. Amo ver os pássaros voando no céu azul, o aviãozinho com a propaganda que não consigo ler passando longe, observar se a criança se perdeu dos pais desnaturados, comprar um picolé que vai me dar dor de barriga depois. Eu amo a praia! Eu também tinha mania de julgar homens de regata. Dizia que era horroroso. Que maldade a nossa, mulheres que saem por aí fresquinhas com seus shortinhos e ribaninhas, não deixarem seus companheiros usarem uma camiseta. Pra um morador do Rio uma regata é um refrigério na alma. Homens, quanto a mim, a regata está liberada. Eu dizia que era fã de Star Wars. Na profissão que escolhi, 11 entre 10 pessoas dizem que gostam dessa série de filmes. A verdade é que eu NUNCA assisti a um filme sequer da trilogia, quadrilogia, seja lá o que seja. Pra você ver, não sei nem quantos filmes tem a essa altura. Primeiro que não consigo entender como uma história começa pelo fim que isso não é mangá nem nada pra estar de trás pra frente. Segundo que é nerdice pura e apesar de eu amar tecnologia eu não sou lá o melhor exemplar de nerd que existe por aí. Woddy Allen? Coloca aí nessa lista do “gosto, mas não vi” (ok, vi alguns, mas não suficiente pra me dizer fã de carteirinha). Sobre pagode em 2007: síncope toda vez que ouvia. Que música brega. Pagode em 2017: cadê o novo CD Tardezinha do Thiaguinho que preciso ouvir agora? Outra coisa muito boa que aprendi ao longo desses anos é dizer não. Já tentou? Você não precisa ser a pessoa mais fofa do mundo que aceita tudo para não ver os outros magoados enquanto por dentro se pergunta por que está naquela situação. Tente um “não” quando achar que é não. É divino. Mas de todos os aprendizados, acho que o melhor é descobrir que você não precisa ser quem os outros querem que você seja. Hoje, a opinião dos outros importa menos (importa, mas BEM menos). A verdade é que eu já sei quais “outros” trazem opiniões relevantes para o meu crescimento.

O fato é que eu nunca parei realmente para pensar se gostava mesmo ou não de tudo isso. Eu simplesmente ouvia alguém dizendo que sim ou não e pegava carona. Não era preguiça de pensar, eu só queria ser cool.

Manu Magalhães disse “Pode falar que eu não ligo, agora amigo, eu estou em outra. Eu estou ficando velha, eu estou ficando louca.” E Clarisse Falcão também disse “Eu sou problema meu”. E é isso. Minha verdade hoje é que eu sou quem eu quero ser. Que bom que cresci para isso e que bom que vou crescer mais para descobrir novos gostos e desenterrar desgostos.

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terça-feira, 30 de junho de 2015

Uma curva no tempo (Dani Atkins) - leitura de junho



A corrida continua e ainda em junho devorei outro livro. Dessa vez, fui muito clichê e julguei o livro pela capa. Sim, me apaixonei perdidamente pela capa. Além de linda e singela, ela tem um toque perfeito e a cada dia de leitura eu passava uns 2 minutos passando a mão por ela, bem desocupada mesmo.

Enfim, sobre o conteúdo. O livro conta a história de uma menina no auge da sua juventude vivendo em uma pequena cidade e passando pela transição adolescência-vida adulta. Ela tem um namorado perfeito, amigos adoráveis e um futuro promissor pela frente. Até que um acidente leva a vida de todos desse grupo de amizade a novos destinos. Após o acidente e com passar do tempo, 5 anos depois, ela se vê em uma vida mesquinha totalmente diferente do planejado. Mas imagina acordar um dia, e por um milagre, toda a realidade que você conhece se transformar? É isso que acontece quando Rachel abre os olhos em um hospital, após um assalto e vê que tudo o que havia vivido naqueles últimos 5 anos na verdade era uma ilusão e que na verdade ela tem uma vida perfeita. Ou não?

Como o livro possui um certo mistério, não posso me aprofundar e contar mais detalhes. Vale a leitura. Eu, como sou muito ansiosa e adoro um spoiler, tenho a péssima mania de ler a última página do livro bem no início da jornada. Dessa vez não deu muito certo, porque o fim é muito o fim. Sabe, aquele fim que fecha a história e esclarece todo o livro? Por isso, lá pelo meio da leitura eu já tinha sacado o enredo. Acho que se não tivesse bancado a espertinha só teria matado a charada no final.

A única crítica negativa é que tenho pouca paciência para textos com detalhes irrelevantes, como “o céu azul púrpura que brilhava no anoitecer sob meus olhos atentos de menina”, que no fundo no fundo é mais um céu azul. Sou prática, gosto de pá pum. Então, pulei algumas palavras naquela leitura dinâmica de sempre.
Mas, mesmo assim, quem quiser tentar uma história diferente vale sim a pena (e leia uma página por vez, na ordem, por favor!!!).


Próxima leitura: A Hora da História (Thrity Umrigar)


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sábado, 6 de junho de 2015

Depois de Auschwitz (Eva Schloss) - leitura de junho



Continuando minha saga, desta vez tive o privilégio de ler uma história da vida real, do tipo mais bela do que qualquer escritor criativo um dia poderia escrever.

Eu sou muito curiosa quando o assunto é Segunda Guerra Mundial. Leio e releio sobre o pior momento da humanidade, mas ainda não consigo acreditar que passamos por ela. Não consigo acreditar que um homem profundamente afetado por seus ideais retorcidos conseguiu levar o mundo ao caos, conseguiu matar milhares de pessoas inocentes e conseguiu mostrar que o homem pode liberar seu lado mais cruel quando busca por poder. Pois bem, Eva Schloss participou da história e sobreviveu para nos contar um pouquinho através da sua visão. Judia, como você já deve imaginar, ela passou pelo campo de concentração na Polônia e, apesar de todo horror e luta, conseguiu se salvar. Ela e sua mãe foram separadas do seu pai e irmão, que infelizmente, não tiveram a mesma sorte das duas mulheres. No livro, ela conta com detalhes os momentos que passou no campo e suas lembranças. Ao recomeçarem a vida, o destino as levou ao encontro de Otto Frank, pai da famosa Anne Frank. Com o passar dos anos, sua mãe e Otto engatam um romance e terminam suas vidas juntos. Eva se envolve no trabalho de divulgação do diário de Anne e com tantos encontros maravilhosos, acaba se tornando também escritora.

Eva escreve muito bem, talvez por isso acabar com 304 páginas em 1 semana não foi um problema. Além disso, ela conta a história de sua vida em todas as etapas. A gente conhece a Eva antes da guerra, durante a guerra, dentro do campo, após a guerra e hoje. Foi incrível poder conhecer um pouco sobre sua história. Recomendo e estou planejando ler seu primeiro livro - A história de Eva.

Obs: Como estou atrasada com a minha meta, ainda em junho vou ler Uma Curva no Tempo (Dani Atkins).


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sábado, 23 de maio de 2015

O Meu pé de Laranja Lima (José Mauro Vasconcelos) - leitura de maio


Estava passando o tempo pela internet, quando me deparei com o blog Depois que Li de uma menina parecida comigo, que gosta de ler. Em umpost sobre seus hábitos de leitura ela comentou que um dos livros que a tinha feito chorar foi O Meu Pé de Laranja Lima. Fiquei super curiosa, porque apesar de burra velha, nunca tinha lido.

Já estava com planos de comprar outros livros no dia seguinte e aproveitei para fazer mais essa aquisição. Bela surpresa! Um dos livros mais lindos e doces que já li na vida. Sim, mesmo burra velha, mesmo sem as ilusões infantis, ainda assim, esse livro mexeu muito comigo e me fez lembrar até mesmo a própria infância.

O livro conta a história do menino Zezé, que vem de família muito pobre, mas que possui uma imaginação aflorada. Arteiro, apronta muito pela vizinhança. Inteligente demais, essa criança possui uma sensibilidade de adulto e é capaz de ver além das brincadeiras. Duas amizades se desenrolam ao longo da leitura, a com o pé de laranja lima do seu quintal e com o Português, um vizinho do bairro. Inclusive, o bairro é Bangu, aqui do meu ladinho. Me senti em casa reconhecendo o nome das ruas.
E por que eu chorei? Porque a história dessa criança é tão linda, cheia de sonhos, mas também cheia de dor. E porque é possível se jogar nessas amizades como se fosse você na história. E porque no final tem um plus inacreditável, daqueles melodramáticos. Depois que acabei de ler, ainda fiquei 1 hora soltando algumas lágrimas tímidas enquanto meu marido me julgava. E sobre ter lido quando adulta, não poderia ter sido melhor. Se você já leu mais novo, leia de novo. Sua imaturidade provavelmente não deixou entender toda a beleza dessa história.

Sabe O Pequeno Príncipe? Então, não deixe de ler a nossa versão tupiniquim. Ah! O livro é tão bom, que li em uma tarde e uma noite do mesmo dia que comprei.


OBS: Eu sei que pulei março e abril no ciclo da leitura, mas vou recuperar esse resultado. Próxima parada: “Depois de Auschwitz”.

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Primavera Eterna (Paula Abreu) – livro de fevereiro



Enquanto eu procurava o livro FIM pela livraria, encontrei esse outro na mesa e me pareceu uma leitura tão leve que não pude deixar de comprar.

Primavera Eterna é da autora Paula Abreu, uma pessoa como eu e você, que decidiu um dia que deveria começar a escrever, bem como sonhou desde criança. Na verdade, me apaixonei pela capa do livro e pela história envolver uma publicitária (no caso, minha querida profissão).

O livro conta a história de uma mulher jovem, a Maia, que tem uma carreia promissora no Brasil e um namoro que parece perfeito. Mas, na verdade, está presa num passado infantil, onde encontrou seu primeiro amor. Em uma viagem de família, conhece Diogo, um menino que parecia um sonho. Já de volta para a cidade, Maia descobre um dia que Diogo se mudou para os Estados Unidos com a família e seu mundo se transforma em dor e saudade. Ao longo do tempo, eles trocam algumas correspondências, mas nada com muito sucesso. Enquanto Maia alimenta esse amor de infância, Diogo parece apenas crescer em Nova York. É por isso que a personagem decide, em um dia qualquer, viajar para NY e encontrar esse passado. Daí desenrola a história do reencontro e como as coisas podem ser diferentes quando são vividas e não mais sonhadas.


Li em 2 dias se não me engano. O livro é muito leve, a narrativa simples, e a história mamão com açúcar que de vez em quando faz muito bem para a alma sair do peso do dia a dia tão maduro. Lei quando estiver afim de esvaziar a mente.

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FIM (Fernanda Torres) - livro de janeiro



Esse ano, além da minha meta de varrer o Netflix, também quero varrer minha biblioteca e as livrarias mais próximas, porque ler pra mim é como beber pra quem gosta de cerveja. Pretendo ler 1 livro por mês, ou pelo menos, 12 no ano. Então, comecei pelo FIM.

FIM é o primeiro livro da Fernanda Torres. Sobre a escritora, acho que dispensa comentários. Para mim, uma das melhores comediantes que me faz rir só de estar parada. Com tanto burburinho, não pude deixar de conferir a obra. Mas, não foi muito bem como eu esperava.

O livro conta várias histórias de homens no final de suas vidas. Todas as histórias de cruzam. Grandes amigos de juventude que possuem amores cruzados, esbórnia a vontade e fins não muito glamurosos. As histórias se passam na Zona Sul do Rio, com as praias e bordeis como principais cenários. Sendo bem sincera, achei as histórias chatas, só isso. E serei julgada por 99% da população depois dessa afirmação? Serei. Mas é a minha percepção. Desculpem-me. Achei a narrativa enrolada, e no fim do primeiro capítulo eu já não sabia quem eram os personagens de tantos nomes misturados. Pensei em desistir de ler, mas se desistisse não teria moral alguma para criticar. Então, fui até o fim do FIM, e chateada demais, continuei achando ruim. Eu estava numa expectativa tão grande por essa leitura, e o escolhi para ser o primeiro livro da minha saga leitora do ano, que quando me deparei com a história fiquei muito decepcionada.


Mas, essa foi uma percepção minha e como já disse, o burburinho em cima dele é tão grande que talvez eu seja o E.T.. Por isso, leiam e tirem suas próprias conclusões.

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domingo, 26 de abril de 2015

Aquele do amor




Qual a graça?
Pode ser diferente, quem sabe? Torto ou louco
Não tem regra, nem caminho, nem direção, nem roteiro, nem manual
Pode ser normal?
Pode ser igual.
Fala que sim, hoje não
Tanto faz
Esquece o dia, prefere a noite, mas sempre volta pela manhã
Amanhã é certo não ser o de ontem
Não importa, é sempre novo, bobo, insano, leviano, bom
É um dom


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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

A Vida é Bela


Continuando com as metas de 2015, esse post reúne umas três. Primeira: vou revirar o Netflix e honrar meus R$ 18 reais mensais investidos. Segunda: vou escrever sobre os filmes que vejo porque minha memória não é uma Brastemp e assim, quem sabe, eu me lembre do enredo com mais facilidade quando estiver nas rodinhas de amigos cinéfilos. Terceira: vou escrever nesse blog, apenas.

Você que já viu esse filme sabe que fiz uma ótima escolha para começar. Eu confesso, apesar de antigo e em looping na sessão da tarde, eu ainda não tinha dado a atenção merecida. A Vida é Bela é um filme italiano (primeiro motivo de não ter me feito sentir vontade de ver antes - minha máxima culpa). La vita é bella conta a história de uma família judia que vai parar em um campo de concentração. Sabe filmes que usam o nazismo como pano de fundo? Então, não sei porque ainda insisto em ver se sei que vou me debulhar em mar de lágrimas. Mas cada um sempre conta essa atrocidade de um jeito diferente, e a desse filme é sensacional.

Guido, o pai, Dora, a mãe e Giosué, o filho fofo. Três personagens que se convertem em um: a fé.


A história começa bem leve, com o encontro de Guido e Dora pela cidade. Se apaixonam, sempre com muito humor. Na transição do tempo, surge Giosué. A guerra já é uma realidade e no dia do aniversário do menino a surpresa acontece: a família é levada para o campo. Guido, sempre muito espirituoso, consegue usar a criatividade a seu favor. Cria uma história fantástica sobre o campo de concentração para convencer o filho de que aquilo não se passa de um jogo. Cada tarefa garante pontos que, somados ao final de tudo, rendem um super prêmio: um tanque de guerra de verdade.


A história vai se desenrolando e vamos encontrando nesse pai um amor sem igual pela sua família. Enfim, é mais um filme sobre a guerra, mas não é só mais um filme. O final é surpreendente (pelo menos pra mim foi). Mais surpreendente ainda é ver como há muita qualidade longe de Hollywood. Super merecido eles terem ficado com o Oscar de melhor filme estrangeiro em 1999, desbancando Central do Brasil. Chorei muito e recomendo a todos.



Agora, até a próxima, com mais clássicos ou algum besteirol qualquer.


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sábado, 3 de janeiro de 2015

Ano novo, tudo novo?


Chegou 2015! Dizem que quando um ano novo chega, uma vida nova vem também. Poucas vezes escrevi uma listinha de metas (acho que nunca!). Mas faço uma listinha mental mesmo, com coisas que gostaria que acontecessem. Uma delas envolve esse lugarzinho que está comigo desde os primórdios das redes sociais. Nem sempre dou a atenção que ele merece, por isso, vamos mudar isso aqui!

Este ano me comprometo, publicamente, a escrever uma poesia, poema, soneto (ou seja lá o que for de bonito) por mês. Bom, tentarei que seja bonito. Na verdade pensei em algo mais impactante como 365 poemas, um por dia. Mas não quero me iludir achando que vou conseguir inspiração em um ano todo. Vamos começar aos poucos. No mínimo farei 12. Olha que avanço!?

Para começar, vou relembrar meu primeiro poeminha de quando eu tinha 11 anos. Escrevi sobre o amor, sem fazer ideia do que ele realmente era. De qualquer forma, saiu alguma coisa e eu ganhei um concurso da escola (só acho que a professora deveria ter me alertado que o amor não era essa dor toda). E lá vamos nós:

Você sabe o que é o amor?

Você sabe o que é o amor?
Aquele sentimento por tantos ditos
e por poucos sentidos

O amor! Aquele que arde por dentro
e transforma em cinzas todos os nossos sentimentos

Aquele que depois que chega,
é difícil ir embora
e quando vai
tudo embolora

Aquele que eu dizia ter 
por alguém que nem conseguia me ver

Você sabe o que é o amor?
Aquele sentimento tão bonito e apavorante
que você começa a sentir em um instante

Você sabe o que é o amor?
Aquilo que dói
Aquilo que machuca
Aquilo que corrói

Você sabe o que é o amor?
Aquilo que só por te ver
me estimula a viver

Então? Descobriu o que é o amor?
Pois então posso dizer:
Estou amando você.


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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Sobre domingo



Neste domingo viveremos a festa da democracia, decretando quem comandará esta terrinha tupiniquim por mais 4 anos. Na internet uma chuva de ofensas entre amigos com defesas pelos seus candidatos. Aguardo a próxima segunda-feira, quando poderei ver de volta no Facebook apenas notícias irrelevantes.
Mas, enquanto seu lobo não vem, eu resolvi escrever sobre política e registrar aqui um pouquinho da minha chatice, porque o blog é meu, a opinião é minha e ninguém tem nada com isso.

Os dois primeiros comentários que gostaria de fazer são:

- Você que não tinha 18 anos ou mais na época do governo FHC não pode dizer que só tem emprego hoje por causa do PT. Acaso o senhor ou senhora procuravam emprego com 15 anos?
- Você que, no governo FHC, sempre estudou em escola particular e fez cursinho pré-vestibular às custas do dinheiro do seu papai ou mamãe queridos que muito ganhavam com este governo que você garante ser pífio, pense! Você não tem o direito de dizer que só fez faculdade pública pela boa vontade do partido vermelho.

Dito isso, listo agora algumas razões para não chegar perto do 13 nas urnas:

1 - Dilma acha que ser chamada de leviana é uma violência. Nem parece que é mulher macho sim senhor;
2 - Collor apoia Dilma e o PT e eles gostam disso (eu podia até parar a lista por aqui);
3 -  O PT acha que José Genuíno e companhia são presos políticos;
4 - A transposição do Rio São Francisco já virou lenda e em breve aparecerá em cenário de Once Upon a Time. Ou seja, o Bolsa Família tem chegado no Nordeste, mas a água para fazer o feijão tem, mas acabou;
5 - O doleiro do caso Petrolão afirmou que Lula e Dilma sabiam de todo o esquema e viviam felizes com isso;
6 - A Friboi, do filho do Lula, fez o Roberto Carlos passar por cima de sua ideologia vegetariana e saborear uma carne - uma puta de uma sacanagem. Isso não tem nada a ver com política, mas sendo do sangue do Lula a gente coloca no bolo;
7 - Cotas: é mais fácil meter a minoria "guela abaixo" nas faculdades do que melhorar o ensino da educação base;
8 - Dilma é feia e me dá medo, assim como Regina Duarte bem me alertava;
9 - O mercado brasileiro está desvalorizado, a relação internacional do Brasil está de mal a pior, o dólar continua subindo, foi melhor importar médicos cubanos do que melhorar a condição da rede pública e o salário de médicos brasileiros, vemos a maior onda de corrupção da história onde esses dois governantes sempre estão sabendo dos acontecimentos e tem gente que acha legal porque "nunca na história desse país" se combateu tanto esse tipo de atrocidade...;
10 - Já são 12 anos, não quero virar uma Venezuela.

Antes de me chamarem de alienada, curto sim o Bolsa Família. Mas depois de 12 anos, não consigo acreditar que ele ainda é apenas um peixe e ainda não vejo a vara da pesca. Curto o Pronatec, mas ele está cheio de irregularidades segundo a CGU. Acredito sim que o Lula fez coisas boas, mas com a casa arrumada fica mais fácil, né?

O que eu sempre digo: FHC arrumou a casa, Lula decorou e Dilma bagunçou corredores, sala, banheiros...

Mais 4 anos de Dilma quer dizer mais 8 anos, no mínimo, de PT. Porque depois dela, sabemos qual duende de 9 dedos virá.

Obs: Este texto é super tendencioso. Não tenho compromisso com a imparcialidade e sou muito de direita. Beijos no ombro das inimigas.




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sábado, 20 de setembro de 2014

Para o GNT todo o meu amor!


Hoje quero dividir como eu amo o canal GNT. Ele me preenche nas noites cansadas depois do trabalho e nos sábados vazios de lazer. Acredite, este não é um post pago. Eu gostaria, mas o canal não faz ideia de quem eu seja. Então, vamos lá à minha lista top. Depois de escrevê-la percebi que sou muito mulherzinha e que adoro um programinha de dona de casa.

1 - Santa Ajuda

Foi essa mania de deixar tudo organizadinho que me fez começar a amar o canal. Não sei se é porque meu lado bagunceiro é muito forte e no programa eu projeto tudo o que eu queria ser, mas ver caixinhas, preguinhos, mesinhas e muitas outras coisas fofas compondo um ambiente em seu lugar é muito divertido.



2 - Morar

Esse entrou na lista há muito pouco tempo, mas já está nas primeiras posições. Me fez apaixonar por Paquetá e desde então amo me transportar para a vida alheia em lugares distantes (ou nem tanto). Será que é meu lado fifi falando mais alto?



3 - Chegadas e Partidas

Tem como não chorar? Impossível. Pessoas indo para não voltar tão cedo, pessoas voltando de muito tempo, pessoas buscando sua essência, pessoas buscando cura, pessoas buscando crescimento... Enfim, muito amor para Astrid.






4 - Tempero de Familia

Esse tem o Rodrigo Hilbert e comida da boa. Não preciso me alongar mais (pausa para o suspiro).



5 - Superbonita


Esse é aquele onde várias apresentadoras bonitas falam sobre como ficar bonita. Hoje quem esfrega sua beleza em nossa cara é a Grazy Massafera. E tem dicas para a pele, de moda, de bem-estar. Ou seja, é quele programa que quando você começa a assistir seu marido começa a reclamar e coçar o dedo para mudar pro SporTv.



6 - Cozinheiros em Ação


Como eu sou diferente, meu top 5 tem 6 itens. Idaí? Adoro um reality show. E um onde as pessoas são normais e fazem comida ao seu bel-prazer é muito bom. Curto ver as intrigas, os jurados acabando com a raça dos outros, aqueles pratos maravilhosos que me fazem aguar. Curto mesmo. A única coisa que me irrita um pouco é ver o Olivier, que mora no Brasil há tanto tempo, continuar com aquele sotaque carregado e com os dentes trepados um no outro não negando que vem do velho continente. Fora isso, amo.
(Ah, estou torcendo pela Dona Benta só porque ela é fofa!)





Beijos GNT. Continue me entretendo e me fazendo esquecer de Roda Roda Jequiti (Silvio você ainda é meu preferido).


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